O ator Jackie Chan disse: “a primeira vez que vi Rocky foi no cinema. Ao final do filme, voltei correndo para casa disposto a treinar até ser o melhor. Devo muito da minha carreira para aquela história de vida e perseverança”.
Perseverança, esse é o grande apelo do filme Rocky - Um Lutador (1976). Ao contrário do que muita gente pensa, Sylvester Stallone não escreveu o roteiro baseado na vida do pugilista Rocky Marciano, mas sim após ver a fatídica luta entre Chuck Wepner e Muhammad Ali em 1975, quando Wepner resistiu aos golpes de Ali até o último assalto.
O filme foi aclamado pela crítica da época. Até hoje, ao lado de Touro Indomável (1980), é considerado o melhor roteiro sobre boxe já escrito. Na sequencia vieram outros quatro sucessos comerciais, mas nenhum tão marcante quanto o primeiro.
Já em 2006, mais de 15 anos após o pior filme da série, Stallone decidiu tirar o moletom cinza do armário e voltar aos ringues. Rocky Balboa (2006) foi uma digna e memorável conclusão para uma inesquecível história. Além disso, o filme é repleto de homenagens e mensagem de motivação e otimismo. Vamos aos fatos.
Em Rocky Balboa, após trecho de uma luta de Mason Dixon, são exibidas imagens da cidade Filadélfia. A música que toca ao fundo é a mesma cantada por um grupo de moradores de rua em Rocky - Um Lutador.
As cenas de Rocky na feira é externa. Elas foram gravadas na rua, com trabalhadores comuns. Em alguns momentos é possível ver o espanto de alguns clientes com a visita inesperada.
Um homem é visto lendo a Bíblia na primeira passagem dentro do restaurante do Rocky. Trata-se de Spider Rico, personagem do ator Pedro Lovell que participa também do filme de 1976. É ele que luta com Rocky logo na primeira cena daquele filme.
O roteiro que Rocky e Paulie fazem no aniversário da morte de Adrian é o seguinte: J&M Tropical Fish, pet shop onde Rocky ia somente para ver aquela que seria sua futura esposa; a casa número 1818, onde Rocky morava; terreno onde havia uma pista de gelo, local do primeiro encontro do casal.
Nem todo mundo reparou, mas o ator que interpreta o filho de Rocky, Robert Balboa Jr. (Milo Ventimigla), e Stallone possuem um problema físico em comum: a boca torta.

O Lucky Seven Tavern, onde Rocky encontra Marie, fica exatamente no lugar da antiga academia que Mickey (Burgess Meredith) trabalhava.
“Só porque tiraram sua estátua?”, é pergunta de Paulie quando fica sabendo que Rocky deseja voltar a lutar. A tal estátua foi doada por Stallone em 1982 como um agradecimento à cidade da Filadélfia. Alguns curadores não consideravam a estátua a altura do acervo do Museu de Arte da Filadélfia, então mandaram retirar a obra. Logo após a estréia do sexto filme, em 2006, ela voltou ao seu lugar.
O quadro que está na parede do restaurante é a cena final de Rocky 3 - O Desafio Supremo (1983). A tela reproduz os socos de Rocky e Apollo Creed.
As capas de revistas como Newsweek, Life, Sports Today e Sports Illustrated observadas por Steps (James Francis) exibem, na maioria, partes do terceiro filme.

Acho primorosa a cena do diálogo entre Rocky e seu filho após o anúncio da luta. Rocky Jr. diz para o pai que ele não precisa lutar. Assim, ouve uma lição que vale para muitos:
“Você cresceu maravilhoso. Eu dizia para sua mãe que você seria a melhor pessoa do mundo. Quando chegou a hora de virar homem e ganhar o mundo, você foi. Mas em algum lugar, você mudou. Deixou de ser você. Você deixou se convecer que não é bom.
E quando a coisa apertou, começou a procurar algo para culpar. Como uma grande sombra. Vou dizer algo que você já sabe: o mundo não é feito de arco-íris. É um lugar ruim e duro. E não importa o quão forte seja, vai colocá-lo de joelhos e vai deixá-lo lá. Ninguém vai bater mais forte que a vida.
Não importa o quanto você bate, mas sim o quanto aguenta apanhar e continuar. O quanto pode suportar e seguir em frente. É assim que se ganha.
Se tem valor, busque o que é digno de você. Tem que estar disposto a apanhar, não levar dedo na cara, dizendo que não é o que deseja por causa de ninguém. Covardes fazem isso, você não é assim, é melhor que isso.
Sempre vou amar você, não importa o que acontecer. É meu filho e é meu sangue. É a melhor coisa da minha vida. Mas se não acreditar em si mesmo, não terá uma vida.“

Segundo o túmulo presente em Rocky Balboa, a morte da personagem Adrian ocorreu em 11 de janeiro de 2002. A causa foi câncer.
A sempre empolgante cena do treino nos leva mais uma vez ao filme de 1975: copo com três ovos crus e socos no frigorífico.
Aliás, ainda no treino, não podia faltar a antológica trilha Gonna Fly Now, de Bill Conti. Além dessa, outra música ficou muito famosa: Eye of the Tiger, do Survivor. Em 1983, The Temptations gravou sua hilária versão coreografada.
A música que Rocky entra no ginásio é High Hopes de Frank Sinatra. Canção essa muito cantada pelo Rat Pack durante a candidatura de John F. Kennedy.
A cena final é curiosa. Os cortes e a fotografia fogem do padrão do filme, dando a sensação ao espectador de ser uma luta de verdade. As cenas foram registradas antes da luta entre Bernard Hopkins e Jermaine Taylor, em 3 de dezembro de 2005.

Conheça também os dossiês De Volta Para o Futuro e Forrest Gump. ![]()
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¹ Dica: Desaforo.
² Tá no ar! O Judão nas Olimpíadas surge com só o que realmente interessa sobre os jogos.
³ Cast Zone. Tema: “Os grandes shows de nossas vidas. Ou não”. E com participação deste blogueiro
Fred Fagundes
Segundo a MTV, riff de guitarra é sequência de notas e/ou acordes que serve como base e determina o formato sonoro das canções. As vezes é usado como ponto de identificação da música. Já o solo, esse sim bem mais popular, é o momento onde o músico apresenta-se destacando seu instrumento. Solo vem do italiano, sozinho.
Pois bem, embalados pela centenas de listas que pipocam diariamente na blogosfera, eu e Dorly Neto (músico e blogueiro nas horas vagas) decidimos criar polêmica com um tema históricamente difícil de ser tratado: os melhores na música. Isso jamais foi simples. Mas, como disse certa vez, que graça teriam as listas se não fosse para serem discutidas?
Antes, duas considerações: a sequencia de músicas é aleatória. E outra: não sou músico. Desafino até tocando campainha. O critério de escolha foi o mesmo usado no CR: a sem vergonha da minha opinião. Para completar, reproduzo um trecho do post de Felipe Neto: “Seja na caixa de comentários ou no seu blog, façam seus próprios ranks, não guiem-se pelos outros”.
Rock And Roll, modafoca.

Black Sabbath - Heaven and Hell
Disco: Heaven and Hell
Ano: 1979
Surge na época do tão aclamado New Wave Of British Heavy Metal. Hino dos fãs de Black Sabbath.
AC/DC - Thunderstruck
Disco: The Razors Edge
Ano: 1990
Um dos mais violentos e emocionantes riffs da música. Autoria do gênio Angus Young’s.
Led Zeppelin - Heartbreaker
Disco: Led Zeppelin II
Ano: 1969
Memorável momento de Jimmy Page. Segundo a revista Guitar World, o 16º maior riff de todos os tempos.
Beatles - Helter Skelter
Disco: White Album
Ano: 1968
Para muitos é o primeiro heavy metal. Ringo Starr, no final da canção, grita raivosamente: “I’ve got blisters on my fingers!” (estou com bolhas nos meus dedos). É como se esta frase fosse o empurrãozinho final para que outras bandas começassem a criar um som mais pesado.
Rainbow - Kill the King
Disco: On Stage
Ano: 1977
Ritchie Blackmore consegue colocar todo seu virtuosismo em apenas uma música. Em Kill the King você pode sentir todos os elementos essenciais em um rock de verdade: feeling, agressividade e criatividade.
Jimi Hendrix - Voodoo Chile
Disco: Electric Ladyland
Ano: 1968
A guitarra inimitável de Jimi Hendrix numa harmonia fantástica. Som perfeitamente desafinado e alinhado com tudo o que envolvia o final dos anos 60. Até hoje é figurinha carimbada em comerciais e filmes sobre aquela década.
Mötley Crüe - Wild Side
Album: Girls, Girls, Girls
Ano: 1987
Sexo, drogas e rock’n'roll. Essa fórmula alcançou seu clímax na década de 80 com o crescimento do Hard Rock e do Glam Metal. Umas das bandas mais influentes da época são os garotos de Los Angeles, o Mötley Crüe. Nas letras, destaque para as noitadas, excesso de drogas e muitas mulheres.
Deep Purple - Lazy
Disco: Machine Head
Ano: 1972
Juntamente com Ian Paice, Ian Gillan, Roger Glover e Jon Lord, Ritchie Blackmore criou o precioso Machine Head de 1972. Destaque para a música Lazy, com sua batida jazz.
Ain’t Talkin Bout Love - Van Halen
Disco: Live
Ano: 1978
Um dos melhores riffs de Eddie Van Halen. Repleto de agressividade e com uma melodia facilmente contagiante.
Eric Clapton - Layla
Disco: Layla and Other Assorted Love Songs
Ano:1970
Além de uma história fantástica, Layla é sem dúvida uma das obras primas de Eric Clapton. Merece estar em todas as listas.
Publique-se, cumpra-se e registre-se. É a nossa lista.
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¹ Conheça mais o trabalho do Dorly visitando o Capetalismo.
² O Ian Black prometeu um eclipse. Eu não duvidaria do Ian Black.
³ Queremos saber: quanto custa um título de campeão brasileiro de futebol?
Fred Fagundes
Há poucos dias do início da maior celebração do esporte mudial, somos viemente bombardeados por uma enxurrada de informações, curiosidades e fatos corridos na sede da maioria das competições, Pequim. Se por um lado os Jogos Olímpicos cumprem seu papel derrubando qualquer estereótipo capcioso que tínhamos sobre o oriente, por outro somos obrigados a ouvir as mesmas ladainhas de oportunistas e autoridades.
Qual o conceito de “espírito olímpico”? Se existe um, trata-se de participar. Ser leal. Ser justo. Vivenciar a honra e orgulho de representar a nação frente ao mundo. O verdadeiro atleta olímpico vai aos Jogos pela participação. Claro, evidente que todos querem o ouro, o título de melhor. Mas participar de uma celebração dessas, desfilar na abertura, passar 20 dias na Vila Olímpica, conhecer outros atletas, trocas experiências, tudo isso faz parte da mística que envolve os Jogos.
Wlamir Marques, ex-jogador da seleção brasileira de basquete, tem uma história interessante sobre sua participação nos Jogos Olímpicos. No Jogos de 1964, no Japão, Wlamir foi o responsável por carregar a bandeira brasileira durante o desfile das delegações na cerimônia de abertura.
No ensaio, Wlamir observou que atletas de outras nações curvavam suas bandeiras ao passarem por autoridades japonesas. Em dúvida, questionou o chefe da delegação nacional, tenente-coronel Paulo Meireles, se devia fazer o mesmo. A resposta que o jogador recebeu foi primorosa:
- “A bandeira brasileirão não se curva à ninguém”.
Assim, contrariando todos os outros atletas e o protocolo, Wlamir foi o único atleta a cruzar todo o estádio com a bandeira o tempo todo em riste.

A minha função, espero eu, é não deixar você se enganar. Principalmente o jovem quem vai acompanhar os Jogos Olímpicos pela primeira vez. Passada a euforia do Pan do Rio de Janeiro, onde o Brasil conquistou 161 medalhas, sendo 54 de ouro, chegou a hora de encararmos a primeira divisão do esporte. De igual para igual, claro, com o sentimento indispensável de competição. Porém, com o amargo peso de país de terceiro mundo.
Nossos atletas do atletismo, por exemplo. Aguardam ainda hoje uma profissionalização prometida em 1952, quando o grande Ademar Ferreira da Silva ganhou a medalha de ouro e criou a volta olímpica. Meio século passado, não temos um plano de incentivo ao esporte que possa fazer frente a países menores como Cuba e Jamaica.
Com isso, grande parte dos atletas divide o tempo entre trabalho e treinos, sendo claramente prejudicada. Curiosamente, ou não, um dos poucos brasileiros profissionais nessa modalidade é a nossa maior esperança de medalha no atletismo. Jadel Gregorio há quatro anos treina e mora na Inglaterra. Tem acompanhamento físico, técnico e psicológico. Assim, pulou 17,90m, quebrando o recorde sul-americano que pertencia a João do Pulo desde 1975.
Jadel é uma exceção. Grande parte de outros brasileiros vão às pistas, piscinas e tatames sabendo que não têm chances. Homens e mulheres que batalham diariamente na vida e no esporte. Felizes. Satisfeitos. Estão nos Jogos Olímpicos, representam o Brasil. Sabem que não vão ganhar. Mas, e daí? Querem conhecer, aprender, quem sabe, surpreeender.
Sem incetivo, sem condições de treinamento, sem o mínimo de apoio, o Brasil tem 469 integrantes com índice olímpico. Porém, a velha máxima se faz outra vez: “quantidade não é qualidade”.

Desse número recorde de atletas brasileiros numa única edição de Jogos Olímpicos, somente 12 têm reais chances de ganhar uma medalha. A previsão é da PWHC, uma das maiores empresas prestadoras de serviços do mundo, especializada em consultoria e auditoria.
O estudo é baseado em desempenho anteriores nos Jogos Olímpicos de 1988 para cá, em índices de desenvolvimento de cada país, suas populações, produtividade, crescimento econômico e incentivo ao esporte. E é essa última parte que “nos quebra”.
Se o sr. Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, se vangloria tanto do alto número de atletas brasileiros, respondemos com outro dado. Somente 12% das escolas brasileiras possuem quadra poliesportiva. Um número ridículo. Afinal, se na escola, local onde a criança costuma ter seu primeiro contato com o esporte, não há onde praticar, como formaremos esportistas no futuro?
A grande mania do brasileiro: pensar no hoje. O amanhã é problema do próximo ministro ou presidente. Se há uma saída, uma possibilidade do panorama esportivo no Brasil mudar, os responsáveis são justamente os atletas amadores. Brasileiros que não vão correr somente em busca de uma quase impossível medalha. A partir de quinta-feira, eles vão correr atrás de dignidade.
Vou vibrar com uma medalha de ouro no futebol. Vou vibrar com uma medalha no vôlei. Mas, tenho certeza, ficarei ainda mais feliz com um inacreditável quinto lugar no boxe ou uma apresentação digna no 400m. Só dessa forma, só sendo notícia para que esses atletas sejam lembrados e respeitados. Assim, mudarem a história do esporte desse país.
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¹ O termo Olimpíada foi criado para destacar a corrida na Grécia Antiga. Já o termo no plural, Olimpíadas, é como ficou conhecido o evento que reúne várias disputas simultâneas, com vários esportes. Resumindo, o “correto” é o mais usado pelos meios de comunicação: as Olimpíadas.
² Na dúvida, use Jogos Olímpicos.
Fred Fagundes
Pesquisas recentes apontam que o brasileiro lê em média menos de cinco livros por ano. Desses, quatro obras são indicadas pela escola e apenas uma é escolhida de forma espontânea. O universo da pesquisa divulgada pelo Instituto Pró-Livro foi de 172,7 milhões de pessoas, das quais 95,6 milhões foram consideradas leitoras. Contudo, mais da metade são estudantes que lêem obrigatoriamente as obras indicadas pela escola.
A leitura não pode ser vista como obrigação, mas sim como um hábito. Durante a faculdade trabalhei num projeto de incentivo à leitura entre universitários. É muito difícil alguém pegar gosto pelo livros depois da adolescência, mas alguns casos são de sucesso. Nesse processo de iniciação, claro, devemos evitar os grandes e mais complexos clássicos. A melhor forma de perder esse medo dos livros é explorando melhor um gênero que costuma agradar a maioria: humor.
Há vários e ótimos livros de humor. Leituras simples, leves e agradáveis. Talvez, sua porta de entrada para o mundo dos livros. Eis algumas sugestões:
Título: O Melhor Livro Sobre o Nada
Autor: Jerry Seinfeld
Editora: Frente/2001
Páginas: 160
Preço: R$ 20
Reproduz algumas historinhas e piadas que Seinfeld contava quando era um stand-up comedian. Politicamente incorreto, Seinfeld ironiza todas as minorias, inclusive os judeus. Ele é um gênio, e parte da genialidade está no postulado básico de saber rir de si mesmo.
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Título: Crônica da Selvageria Ocidental
Autor: David Coimbra
Editora: Zero Hora/2002
Páginas: 116
Preço: R$ 20
Ótima coletânea de 26 contos de David Coimbra publicados no jornal Zero Hora que desvendam saborosamente as paixões, os desejos, as traições e as vinganças de personagens que, não raras vezes, foram criados à imagem e semelhança de nós próprios. Editado durante a Copa do Mundo de 2002.
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Título: Comédias Para se Ler na Escola
Autor: Luis Fernando Veríssimo
Editora: Objetiva/2001
Páginas: 192
Preço: R$19,80
Segundo e um dos mais bem criticados livros da série Ver!ssimo, que relançou toda a obra do autor. A coletânea de crônicas escolhidas por Ana Maria Machado traz o universo das histórias e personagens do mestre Luis Fernando Veríssimo. Leitura agradabilíssima e de fácil digestão.
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Título: Fora de Órbita
Autor: Woody Allen
Editora: Agir/2007
Páginas: 224
Preço: R$27,90
Último livro do ator, escritor e cineasta Woody Allen. Allen apresenta, com seu talento, bom humor e criatividade característicos, uma primorosa coletânea que, segundo o autor, responde as questões mais profundas da existência humana e também tem o tamanho certo para calçar uma mesa.
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Título: Tudo e Mais uma Surpresa
Autor: Ray Romano
Editora: Frente/2001
Páginas: 185
Preço: R$19
Ray Romano, roteirista e protagonista de “Everybody Loves Raymond”, retrata de forma bem-humorada o cotidiano de sua família. Carrega um modelo de escrita que lembra muito o usado em blogs. Uma grata surpresa.
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Título: O Guia do Mochileiro das Galáxias
Autor: Douglas Adams
Editora: Sextante/2005
Páginas: 192
Preço: R$20
Um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica. Mestre da sátira, Douglas Adams cria personagens inesquecíveis e situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos, da “alta cultura” e de diversas instituições atuais. Comece com esse e conheça o resto da série. Mas nem pense em ver o filme.
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Título: Brasileiros Pocotó: Reflexões Sobre a Mediocridade que Assola o Brasil
Autor: Luciano Pires
Editora: Panda/2004
Páginas: 151
Preço: R$26,90
Brasileiros Pocotó, com suas 151 páginas em linguagem simples e direta, cartoons bem humorados e temas atuais é uma reflexão bem humorada não somente sobre política, educação, economia, comportamento e principalmente, sobre a inocência (ou ignorância) do povo brasileiro ao aceitar o que lê, ouve ou assiste em horário nobre.
Leia. E, principalmente, divirta-se. ![]()
Fred Fagundes



