Quarta-feira, 27 de Agosto de 2008.

Crianças, eu li. E confesso que não foi simples. Imagine. Eu cresci lendo gibis da Turma da Mônica, eram pilhas e pilhas de exemplares numa caixa no canto do quarto. Desde “Almanacões”, passando por edições especiais sobre Lost, Jurassic Park e Quake até uma limitada patrocinada pela Coca-Cola. Hoje, eu li. Está bem aqui na minha frente: Turma da Mônica Jovem.

Esqueça a antiga turma. Os vestidinhos coloridos, as bolas de gude, o campinho do bairro do limoeiro, os passeios no parque, os muros pichados e carrinhos de rolimã. Agora a Mônica tem um blog, o Cebolinha tem um site chamado cebola.com.br, a Magali come menos e o Cascão, pasmén, toma banho.

Novos tempos.

Essa é a capa da edição especial lançada ainda antes da revista nº1. Ela conta com detalhes essa nova vida da turma e as desconhecidas características de cada personagem. Como diz na capa, a Turma da Mônica Jovem é feita no estilo mangá - forma como os japoneses chamam as estórias em quadrinhos. Ou seja, daqui para frente se acostume com exemplares em preto e branco.

Ao contrário do formato original de mangá, a criação de Maurício de Souza é lida no sentido ocidental: da esquerda para a direita. As diferenças param por aí. Os traços desse novo gibi lembram muito os quadrinhos japoneses. Além disso, o tom ironico e sexual de algumas piadas aparecem durante boa parte da publicação.

Detalhes esses observados já no primeiro roteiro dessa nova fase. O exemplar nº1 é, como não podia ser diferente, uma introdução ao “mundo mangá” vivido agora pela turma. A estréia é também um tapa na cara do leitor. Ela joga na mesa: as coisas mudaram. E muito. Sem piedade, o enredo te leva a acreditar que os anos passaram e a Mônica não é mais uma menininha.

E consegue.

Maurício de Souza fez o favor de deixar bastante claro que Mônica é uma típica adolescente. Reclama do pai super protetor, de quem entra no quarto sem bater na porta e do assédio dos meninos. Uma coisa que não mudou foi a presença central e liderança da dentuça. Graças ao livro descoberto por Mônica a turma é salva e descobre as quatro dimensões mágicas.

Mas, antes disso, preciso mostrar dois momentos curiosíssimos. O primeiro ocorre justamente na estréia do Cascão no mangá. O pai do fedorento reclama da demora do garoto no banheiro. Cascão sai e toca a mão do velho, que, assustado, repara ter ficado com uma gosma (!) que estava nos dedos do filho. Felizmente, Cascão diz que é apenas gel para cabelos.

A outra passagem é uma nova amostra do apelo sexual que a Turma da Mônica Jovem deve ter. Após perder o equilíbrio, Cebolinha (que agora quer ser chamado apenas de Cebola) cai sobre Mônica. Mais do que isso, ele cai com as mão nas coxas da garota. Mais ainda do que isso, ele seca os peitos da dona do Sansão na cara dura.

Questionado sobre tal atitude, Cebola comenta que estava olhando os “dentes”. E que eles cresceram.

Ahan.

Alguns bons personagens de apoio surgem logo nessa primeira edição. É o caso do Franjinha. O pequeno gênio trabalho num museu e também teve seu apelido alterado para algo mais maneiro: Fran.

Já a desenhista Marina, paixão de Franjinha quando eles eram crianças, aparece em somente dois quadrinhos. O suficiente para a felicidade dos embasbacados Cebolinha e Cascão.

Lembra do Louco? Foi-se a teoria de que ele era um amigo imaginário do Cebolinha. O Louco agora é chamado de Professor Louco. Ele dá aulas para a turma na Escola do Limoeiro. E continua doidinho.

Maria - irmã do Cebolinha - e o Mingau - gato da Magali - também aparecem na história, mas sem destaque. O que maior importância tem nessa primeira edição é um antigo vilão: o Capitão Feio. Ele é o responsável pela libertação da Rainha Yuka, a maligna que vai dominar o mundo caso a turma não retorne com os quatro objetos místicos escondidos num perigoso reino.

É aboslutamente clara a preocupação de Maurício de Souza em criar uma lingüagem jovem para a turma. Palavras abreviadas, termos da moda e símbolos pop pipocam nessa edição nº1. Não creio que estamos diante de um fenômenos editorial. Mas arrisco dizer que A Turma da Mônica Jovem já entra para a história pela sua ousadia.

O curioso é que a turma da Mônica já foi grande. Esta estória foi destaque num gibi da Magali de 2007.

Pois é. Nossas crianças cresceram. Paciência.

¹ Recebi uma simpática citação no Papo de Bar. Valeu, bizonhento.

Fred Fagundes

Segunda-feira, 25 de Agosto de 2008.

Sinceramente, Paul Simon é um injustiçado. Por tudo que fez pela música ao lado de Garfunkel e, principalmente, pela sua importância no folk americano, tal poderia ser um pouco mais respeitado. Paul escreveu grandes músicas, como Mrs. Robinson, The Sound Of Silence e Bridge Over Troubled Water. Mas, queiram ou não, sua obra prima chama-se The Boxer.

Com uma marcante introdução criada pelo gênio Fred Carter Jr., The Boxer foi considerada a 105° maior música de todos os tempos segundo a revista Rolling Stones. Mais do que isso, The Boxer é inspiradora, forte e absolutamente comovente.

A gravação original foi finalizada somente após 100 horas de estúdio. Procurando o máximo da perfeição, a dupla gravou em oito locais diferentes, incluindo Nashville, St. Paul’s Church (New York) e na Columbia Studios. Já a batida característica que rola durante o refrão lie-la-li foi criação do baterista Hal Blaine.

A letra de The Boxer descreve a vida difícil de um jovem morador de Nova York. O verso final traz à tona uma terceira pessoa. No caso, um lutador (boxer). O personagem central da música comenta sobre indivíduo e, num gesto de identificação, narra o fato do boxeador não conseguir abandonar aquilo que pode ser considerado seu maior mal: a própria vida.

Durante muito tempo correu o boato de que The Boxer era uma música sobre a vida de Bob Dylan. Paul Simon negou a informação. Segundo o autor, esta é uma canção autobiográfica. “The Boxer foi escrita durante uma época em que eu estava sendo injustamente criticado”, ponderou Simon.

The Boxer foi regravada por Emmylou Harris, The Samples, Across The Border, Chet Atkins, Joan Baez e pelo próprio Bob Dylan. Em 29 de setembro de 2001, numa edição especial do Saturday Night Live, Paul Simon tocou The Boxer após o pedido do então prefeito de Nova York, Rudolph Giuliani.

O vídeo abaixo é uma gravação feita no Central Park nos anos 80.

I am just a poor boy and my storys seldom told
Ive squandered my resistance for a pocketful of mumbles, such are promises
All lies and jest, still the man hears what he wants to hear
And disregards the rest, hmmmm

When I left my home and my family, I was no more than a boy
In the company of strangers
In the quiet of the railway station, runnin scared
Laying low, seeking out the poorer quarters, where the ragged people go
Looking for the places only they would know

Li la li…

Asking only workmans wages, I come lookin for a job, but I get no offers
Just a comeon from the whores on 7th avenue
I do declare, there were times when I was so lonesome
I took some comfort there

Now the years are rolling by me, they are rockin even me
I am older than I once was, and younger than Ill be, thats not unusual
No it isnt strange, after changes upon changes, we are more or less the same
After changes we are more or less the same

Li la li…

And Im laying out my winter clothes, wishing I was gone, goin home
Where the new york city winters arent bleedin me, leadin me to go home

In the clearing stands a boxer, and a fighter by his trade
And he carries the reminders of every glove that laid him down or cut him
til he cried out in his anger and his shame
I am leaving, I am leaving, but the fighter still remains
Yes he still remains

Li la li…

Saiu. Após meses de negociação, reuniões e até algumas ameaças de sequestro, está no ar o blog Vôo 3800. O autor de tal peripécia é o publicitário, músico e pai Muriacy Júnior. Responsável pela difusão da calça boca de sino em Mato Grosso, Júnior pretende com o blog conquistar seu primeiro milhão antes dos 30.

Conheça, compartilhe e pergunte o porquê desse nome escroto.

Fred Fagundes

Quinta-feira, 21 de Agosto de 2008.

Todo mundo tem o seu filme “ruim” preferido. E quando eu classifico o filme de ruim entre aspas quero dizer que ele é “bom”. Ou seja, o bom entre aspas quer dizer que ele só é bom pra você e meia dúzia de malucos. Pegou?

Esses filmes são, na sua maioria, estilo Sessão da Tarde e Cinema e Casa. Uma seleção que cresce a cada ano. Afinal, atire a primeira pedra quem não gosta de pelo menos um filme cheio de clichês, atores canastrões e massacrado pelo editorias de cinema. É um mercado crítico underground assaz interessante.

E, nessa linha, acredito que ninguém supera Stallone Cobra (1986). Baseado no livro de Paula Gosling e escrito pelo próprio Sylvester Stallone, Cobra é um clássico do formato deixe-seu-cérebro-lá-fora-e-divirta-se.

Stallone é Marion Cobra, um policial durão e sem papas na língua. Especializado em missões impossíveis para pessoas comuns, Cobra é escalado para proteger a testemunha-chave de um processo.  Lembrando que ele contém a incrível habilidade de matar 20 bandidos, explodir cinco carros e destruir dois prédios sem perder o palito de dentes.

Repito: precisamos de policiais como Marion Cobretti: “Você é a doença, eu sou a cura”.

Invasion USA (1984). No clássico marcado por uma forte dose de pessimismo e violência, o eterno vilão Richard Lynch é um terrorista russo que resolve, literalmente, invadir os Estados Unidos. O problema é que nesse país mora nada menos que Chuck Norris.

Chuck é visivelmente frio e sádico, que não hesita a enfiar uma faca na mão de um vilão durante um
“interrogatório” e prefere explodir os inimigos em pedacinhos ao invés de levá-los à Justiça. E assim ele faz com uma quadrilha de mercenários.

O cartaz do filme é um show à parte. Acima da foto de Chuck, algo como:

“Os Estados Unidos não estavam preparados para uma guerra. Mas ele estava”.

Eis um filme que faz tempo que não curto uma reprise. Woody Harrelson e Wesley Snipes fizeram a primeira parceria no famigerado White Men Can’t Jump (1992). Odiado pela crítica, Homens Brancos Não Sabem Enterrar virou alguma coisa próxima do cult para o público de vinte e pouco anos. E não é por menos. O filme é horrível e legal ao mesmo tempo.

A dupla se une para dar golpes nas quadras de Los Angeles. É mais ou menos assim: Snipes aposta dinheiro numa partida de basquete com outra dupla e diz que eles podem escolher o seu parceiro. No cantinho da quadra, fingindo estar perdido, está Harrelson. Sem pensar duas vezes, os desafiados escolhem aquele bobalhão. Assim, ficam sabendo da pior maneira que aquele branquelo joga muito.

Não é o filme que vai mudar sua vida, mas garante boas risadas.

Filme do Stallone nunca é demais. Dessa vez ele apareceu como um solitário caminhoneiro em busca da guarda do filho. Para isso, ele deve superar o rancor do garoto e o poder do ex-sogro interpretado por Robert Loggia. Como fazer isso? Vencendo o campeonato mundial de queda de braço, oras! Tem maneira mais simples?

Over The Top (1987) traz o velho modo Stallone de fazer cinema. Lincoln Hawk se dá mal o filme inteiro. Mas, no final, quando vira seu boné, vence e ganha, além de um filho, um caminhão Volvo novinho.

Falcão - O Campeão dos Campeões tem cara de Temperatura Máxima. É o tipo de filme que fica muito estranho caso assistido legendado.

Falem o que quiser, mas David Cronenberg é gênio. São poucos os diretores que criam histórias que, de tão bizarras, se tornam atraentes. E Scanners - Sua Mente Pode Destruir (1981) foi a obra que elevou o status de Cronenberg para diretor cult.

O filme é bem violento: muitas cabeças explodindo, feridas pustulentas saltando, corpos em combustão e muitos tiros. Quase tudo on-screen. Ou seja, hoje esses efeitos estão datados e podem não impressionar tanto. É recomendado para três tipos de pessoas: aqueles que gostam de bons filmes de terror, aqueles que gostam de bons filmes de ficção científica e aqueles que gostam dos dois. [+]

Saca essa sinopse:

“Danny Madigan (Austin O’Brien) é um garoto que é fã incondicional do personagem Jack Slater (Arnold Schwarzenegger). Ele ganha um ingresso de cinema mágico, que faz com que Danny entre no novo filme de Slater e passe por aventuras num mundo maluco, com desenhos animados, violência e até mesmo Catherine Tramell (personagem de Sharon Stone em “Instinto selvagem”). Porém, há um problema: o mesmo ingresso faz com que os vilões do filme saiam para o mundo real. Slater vem atrás deles, passa por vários apuros e acaba encontrando o ator que o interpreta, Arnold Schwarzenegger.”

Eu sai do cinema com a certeza que esse filme seria considerado o melhor do ano. Pobre mente inocente. Last Action Hero (1993) é considerado um dos piores filmes de Arnold Schwarzenegger. Foi execrado, sacaneado e humilhado. Resultou num grande fracasso de bilheteria.

É uma excelente sátira dos filmes de ação. Destaque para o trecho na locadora, onde aparece o Stallone na capa do Exterminador do Futuro.

Chupa, Rubens Ewald Filho.

¹ Oportunismo pouco é bobagem: Bronze Brasil 2008.

² Manifesto sobre os blogs de humor.

³ Conheça o BroguiBlogs. A melhor ferramenta para quem sempre quis ter um blog. :)

Fred Fagundes

Terça-feira, 19 de Agosto de 2008.

Que o Brasil é o país com o maior número de técnicos de futebol (180 milhões, de acordo com os últimos dados do IBGE) todo mundo sabe. E se tem uma profissão que nunca terá unanimidade em suas decisões é a de técnico da seleção. Retranqueiro, irresponsável, teimoso, medroso, fraco, burro… São alguns dos mais carinhosos adjetivos que um treinador em má fase costuma receber.

O nosso Dunga, por exemplo. Ah, Dunga. O Brasil dá, mais uma vez, o adeus ao sonho do ouro olímpico. E tudo indica que o capitão do tetra vai dançar tal como Vanderlei Luxemburgo em Sidney 2000. Beijing Beijing, xau xau.

Mas qual foi o problema? Dessa vez, talvez só dessa vez, o torcedor não pode reclamar dos jogadores selecionados. Um ou dois ficaram fora da lista, mas o Brasil está na China com o que, teoricamente, tem de melhor. Dunga relativamente convocou bem. E olha que isso não costuma acontecer muito.

Teve cada coisinha que já vestiu a camisa da seleção…

Em 2001 Emerson Leão apostou numa seleção caseira e convocou vários jogadores que atuavam no Brasil. Resultado: apanhou de França, Austrália e perdeu o emprego. O meio de campo daquele time era precioso: Rochembach, a eterna promessa do Internacional; Carlos Miguel, um ex-jogador do Grêmio e de futebol; Ramon, bom meio de campo do Vasco, mas um atleta de clube e Leomar. Sim, o Leomar.

O Leomar fazia uma temporada muito boa pelo Sport e tinha moral com Leão, ex-treinador do Leão. Chegou e recebeu a braçadeira de dono do time. Sabe quanto jogadores ganharam o posto de capitão logo na estréia? Nem eu. Mas foram pouquíssimos.

Além do nobre Leomar, que nunca teve outra chance com a camisa da seleção, tínhamos no grupo: Irênio (Portuguesa), Robert (Santos) e Magno Alves (Fluminense). Brabo.

Sabe qual era a o ataque do primeiro jogo do Brasil válido pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2002? Jardel e Élber. Dois centroavantes de ofício plantados na área enquanto um incansável Rivaldo corria para um lado e para o outro. E, até a Copa de 2002, depender somente do Rivaldo não era uma boa estratégia.

Não que Jardel e Élber sejam jogadores ruins. Mas essa dupla ofensiva não podia dar certo. E nem deu. No banco dois atacantes de velocidade esquentavam o banco: Edilson e Ronaldinho Gaúcho.

Final de jogo: Colômbia 0 x 0 Brasil. E Élber e Jardel nunca mais jogaram juntos.

Responda rápido e sem pesquisar no Google: quem era o lateral direito reserva na Copa do Mundo de 1998? Difícil, né? Pois foi o Zé Carlos. Ex-jogador de São Paulo, Grêmio e Ponte Preta, Zé jogou aquela partida histórica contra a Holanda. Aliás, “jogou” é bondade.

A atuação de Zé Carlos foi pitoresca. Ele não atacou, não defendeu, não armou e não mostrou motivos para estar naquele grupo de 23 jogadores. Foi escalado contra a Holanda devido uma suspensão do títular Cafu. Passou boa parte do jogo correndo sem sair do lugar e saber que fazer com a bola. Fez o brasileiro sentir saudades do Cafu. Isso resume tudo.

Hoje Zé Carlos ganha a vida como um feliz e bem sucedido empresário de jogadores.

Quem diria, até o glorioso Luis Felipe Scolari já teve seus dias ruins. E vários. Enquanto a nação suplicava a convocação de Romário, Felipão preferiu Esquerdinha, ex-jogador do São Caetano. Além disso, chamou em 2002 uma dupla absolutamete bizarra: Edilson e Vampeta.

Qual era a função de Edilson e Vampeta naquela Copa do Mundo? Contar piadas na concentração, só se for. Por mais teimoso que Felipão seja, não havia lugar para eles no time. Reza a lenda que eles estavam na Ásia somente para descontrair o grupo mesmo. Bom, como deu certo, ponto para a comissão técnica.

E eu só lembrei que o Vampeta havia sido convocado devido as cambalhotas na rampa do planalto.

Abel Braga e Zé Sergi em 1878, Valdir Peres em 1982, Josimar e Elzo em 1986, Paulo Sérgio e Ronaldão em 1994… Isso para ficarmos só com os que foram à Copas.

Mais alguém? Me ajude nos comentários. E comece a apostar em quem será o novo técnico da seleção.

¹ Em breve teremos blogueiro novo na praça.

² Alguém já iniciou a campanha “Fica Dunga”? Pois fica na China!

³ Peço desculpas pela demora na atualização do QMaT. Enfim, as coisas voltaram ao normal. :)

Fred Fagundes

Quarta-feira, 13 de Agosto de 2008.

Ando sem tempo até para ver os jogos do Grêmio. Para evitar ameaças de morte e comentários do tipo “atualiza a porra desse blog”, vou repetir a fórmula do post anterior.

O ano: 1987. James Brown chama Michael Jackson, no auge de sua forma, para dar uma palhinha no palco. Espetáculo. Logo depois surge, nas costas de um segurança, o talentoso Prince. Completamente chapado, ele dá uma enganada com a guitarra e destrói o cenário.

História pura.

Merece um post maior? Merece. Mas é o que temos para o momento.

Amanhã tudo se ajeita. Espero eu.

¹ Dica psicografada do Mexas.

² A torcida gremista aclama: “Me Perdoa, Celso Roth!”

³ Ainda não acabaram os Jogos Olímpicos e Michael Phelps já tem uma Serra Pelada no pescoço.

Fred Fagundes

  • Já fui office boy, operador de CPD, diagramador de jornal e estagiário em emissora de TV. Na faculdade fiz um documentário, dois zines e professores chorarem. Considero futebol cultura. E De León melhor que Figueroa. Maragato, 22 anos e um poço de sinceridade.