Segundo a MTV, riff de guitarra é sequência de notas e/ou acordes que serve como base e determina o formato sonoro das canções. As vezes é usado como ponto de identificação da música. Já o solo, esse sim bem mais popular, é o momento onde o músico apresenta-se destacando seu instrumento. Solo vem do italiano, sozinho.
Pois bem, embalados pela centenas de listas que pipocam diariamente na blogosfera, eu e Dorly Neto (músico e blogueiro nas horas vagas) decidimos criar polêmica com um tema históricamente difícil de ser tratado: os melhores na música. Isso jamais foi simples. Mas, como disse certa vez, que graça teriam as listas se não fosse para serem discutidas?
Antes, duas considerações: a sequencia de músicas é aleatória. E outra: não sou músico. Desafino até tocando campainha. O critério de escolha foi o mesmo usado no CR: a sem vergonha da minha opinião. Para completar, reproduzo um trecho do post de Felipe Neto: “Seja na caixa de comentários ou no seu blog, façam seus próprios ranks, não guiem-se pelos outros”.
Rock And Roll, modafoca.

Black Sabbath - Heaven and Hell
Disco: Heaven and Hell
Ano: 1979
Surge na época do tão aclamado New Wave Of British Heavy Metal. Hino dos fãs de Black Sabbath.
AC/DC - Thunderstruck
Disco: The Razors Edge
Ano: 1990
Um dos mais violentos e emocionantes riffs da música. Autoria do gênio Angus Young’s.
Led Zeppelin - Heartbreaker
Disco: Led Zeppelin II
Ano: 1969
Memorável momento de Jimmy Page. Segundo a revista Guitar World, o 16º maior riff de todos os tempos.
Beatles - Helter Skelter
Disco: White Album
Ano: 1968
Para muitos é o primeiro heavy metal. Ringo Starr, no final da canção, grita raivosamente: “I’ve got blisters on my fingers!” (estou com bolhas nos meus dedos). É como se esta frase fosse o empurrãozinho final para que outras bandas começassem a criar um som mais pesado.
Rainbow - Kill the King
Disco: On Stage
Ano: 1977
Ritchie Blackmore consegue colocar todo seu virtuosismo em apenas uma música. Em Kill the King você pode sentir todos os elementos essenciais em um rock de verdade: feeling, agressividade e criatividade.
Jimi Hendrix - Voodoo Chile
Disco: Electric Ladyland
Ano: 1968
A guitarra inimitável de Jimi Hendrix numa harmonia fantástica. Som perfeitamente desafinado e alinhado com tudo o que envolvia o final dos anos 60. Até hoje é figurinha carimbada em comerciais e filmes sobre aquela década.
Mötley Crüe - Wild Side
Album: Girls, Girls, Girls
Ano: 1987
Sexo, drogas e rock’n'roll. Essa fórmula alcançou seu clímax na década de 80 com o crescimento do Hard Rock e do Glam Metal. Umas das bandas mais influentes da época são os garotos de Los Angeles, o Mötley Crüe. Nas letras, destaque para as noitadas, excesso de drogas e muitas mulheres.
Deep Purple - Lazy
Disco: Machine Head
Ano: 1972
Juntamente com Ian Paice, Ian Gillan, Roger Glover e Jon Lord, Ritchie Blackmore criou o precioso Machine Head de 1972. Destaque para a música Lazy, com sua batida jazz.
Ain’t Talkin Bout Love - Van Halen
Disco: Live
Ano: 1978
Um dos melhores riffs de Eddie Van Halen. Repleto de agressividade e com uma melodia facilmente contagiante.
Eric Clapton - Layla
Disco: Layla and Other Assorted Love Songs
Ano:1970
Além de uma história fantástica, Layla é sem dúvida uma das obras primas de Eric Clapton. Merece estar em todas as listas.
Publique-se, cumpra-se e registre-se. É a nossa lista.
![]()
¹ Conheça mais o trabalho do Dorly visitando o Capetalismo.
² O Ian Black prometeu um eclipse. Eu não duvidaria do Ian Black.
³ Queremos saber: quanto custa um título de campeão brasileiro de futebol?
Fred Fagundes



Título: O Melhor Livro Sobre o Nada
Título: Crônica da Selvageria Ocidental
Título: Comédias Para se Ler na Escola
Título: Tudo e Mais uma Surpresa
Título: Brasileiros Pocotó: Reflexões Sobre a Mediocridade que Assola o Brasil









